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dc.contributor.authorCUNHA, Fernanda Gonçalves da
dc.date.accessioned2013-12-10T19:01:44Z
dc.date.available2013-12-10T19:01:44Z
dc.date.issued2003
dc.identifier.citationCUNHA, Fernanda Gonçalves da. Contaminação humana e ambiental por chumbo no Vale do Ribeira, nos estados de São Paulo e Paraná. Campinas, SP, 2003. 111 f. Tese (Doutorado em Geociências)-Instituto de Geociências. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003.
dc.identifier.urihttps://rigeo.cprm.gov.br/handle/doc/140
dc.description^aTese^bDoutorado em Geociências
dc.description.abstractDurante várias décadas o Vale do Ribeira, a região sul do Estado de São Paulo e nordeste do Estado do Paraná, esteve sob influência das atividades de mineração de chumbo e de uma usina de refino dos minérios que eram produzidos nas minas da região. A partir de 1996, todas essas atividades cessaram, mas estudos ambientais mostraram que o Vale do Ribeira, desde o Alto Vale até sua foz, em Iguape, no Estado de São Paulo, estava contaminado. O principal objetivo desta tese foi investigar se essa contaminação está afetando as populações residentes na região, principalmente as crianças; estudar quais as possíveis fontes e vias de exposição ao chumbo; e avaliar a biodisponibilidade do chumbo nos solos superficiais de Vila Mota e Capelinha, áreas rurais do município de Adrianópolis, no Paraná. Para o estudo da exposição ao chumbo, foram coletadas amostras de sangue de 335 crianças em idade escolar (7 a 14 anos) que moram nos municípios próximos às minas de chumbo e da refinaria, no Alto Vale do Ribeira: Ribeira e Iporanga, em São Paulo e Adrianópolis, no Paraná. Este estudo envolveu, também, a população do município de Cerro Azul, no Estado do Paraná, utilizada como referência, porque está localizada a montante das principais ocorrências de chumbo do Vale do Ribeira. Para verificar as possíveis fontes de exposição, foram coletadas amostras de água superficial e de torneiras de algumas residências, utilizadas para consumo doméstico, de sedimentos de corrente e de solos superficiais. Os resultados mostraram que as crianças residentes em Vila Mota e Capelinha, próximas a mina Panelas de Brejaúva e da usina de refino, apresentaram teores de chumbo no sangue acima de 10 mg L-1, definido pelo CDC - Centers of Disease Control & Prevention, como limite de risco à saúde de crianças. As amostras de água apresentaram concentrações muito abaixo do permitido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA. Os sedimentos de corrente mostraram elevados teores de chumbo, mas não constituem fonte de exposição humana, porque o pH do meio aquoso (pH > 7) não permite a liberação do chumbo para a água. O estudo de solos superficiais em Vila Mota e Capelinha mostrou que os solos mais próximos à usina de refino estão contaminados, apresentando risco à saúde das crianças em longo prazo, sendo necessário estudos de remediação ambiental e dar continuidade ao biomonitoramento das populações infantis da região do Alto Vale do Ribeira
dc.language1
dc.subjectMINERAÇÃO
dc.subjectGEOLOGIA MÉDICA
dc.subjectGEOLOGIA ECONÔMICA
dc.subjectPOLUIÇÃO
dc.subjectMEIO AMBIENTE
dc.subjectCHUMBO
dc.subjectBRASIL
dc.titleContaminação humana e ambiental por chumbo no Vale do Ribeira, nos estados de São Paulo e Paraná
dc.localCampinas, SP
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